Alvoroço à porta da casa mortuária do Hospital Geral de Benguela

Familiares de uma jovem que perdeu o bebé, ontem, pouco depois de ter dado à luz dizem que o corpo sumiu. O pai da criança, desesperado, conta que comprou, em obediência a orientação médica, o caixão – que vemos na segunda fotografia- e alguns produtos higiénicos para o enterro, mas até agora, pouco mais de 24 horas depois, o corpo continua em local incerto. 
Uma irmã da parturiente acrescenta que os médicos andam atarantados, sem explicações para um caso que, recordamos, não é novo na maior unidade hospitalar da província. A casos como o que agora reportamos, juntamos as trocas de cadáveres. Lembram-se? 
Voltando à casa mortuária, falta dizer que “a desorganização da equipa em serviço na tarde de ontem” faz com que o pai deixe que o hospital “faça o que bem entender”. Ele diz que não está disposto a enterrar criança alheia, numa alusão a uma que se encontra coberta na morgue. 
“Como não permitem que eu veja (destape), não vou fazer funeral”, desabafa

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