Acabo de ouvir o Yuri Simão e o MD, a propósito do caso Show do Mês! 
Chegados a este ponto, uma pergunta se coloca: afinal qual é o foco central do Espetáculo? O público, claro! Se assim é e se o palco é do artista e não do apresentador(…) se, como dizem MD e YS, houveram acaloradas discussões sobre a incompatibilidade emocional entre o dono do palco, que é o artista e o apresentador, que é um ilustre coadjuvante, sou forçado a concluir que a organização do Show do Mês arriscou demais. Ignorou um atributo essencial pro êxito, que é o desempenho do artista e, evidenciando inflexibilidade e, quiçá, alguma teimosia, jogou no cavalo errado. É que o verdadeiro líder é um harmonizador, um congregador; que sabiamente nega a intransigência das ideias, pois sabe que mudança é a tônica da realidade. É o Show do Mês que estava em causa e não os “ndapandula”, eventualmente devidos ao nosso SG. E os exemplos estão aí, a mão de semear. No futebol, quando os resultados estão em causa, a liderança, mesmo nutrindo eventuais simpatias para com o treinador, regra geral, prima por proteger os artistas, que são os homens em campo; a razão do espetáculo! Tudo porque, na regra do jogo, o que conta são os resultados; as vitórias e não as derrotas. Não tanto a lógica dos egos inflamados ou a mesmisse da tradição, mas sim a capacidade em nos adaptarmos a cada momento, a medida que avançamos!
O propósito coerente seria fazer um show que alegrasse quem quis ver um espetáculo e o espetáculo era MD e não SG!
Uma palavra pra ti MD! Não tema! Tire as lições de tudo isso e “Siga la Luna”! Vá em frente! Tu és um vencedor, com provas dadas! Eu respeito o artista (cantor, dançarino, humorista, artesão, etc). Estes compõem uma rara legião de humanos, que, corajosamente, disseram NÃO à subjugação do patão e, fazendo jus às suas habilidades, empreenderam o seu propósito caminho. São um exemplo a seguir e jamais um alvo a abater. Muitos dos que te julgam, na verdade, te invejam, pois, da lixeira saístes e nas barbas deles, lá bem longe da nossa Camunda, chagastes, vistes e vencestes!
E não me falem de alianças com regimes do passado, pois, todos nós, em algum nível; nalgum ponto do tempo, baixamos as calças e aceitamos aquela desconfortante kibiona de aço!
No calor do debate, o cenário será confusão, pra muitos, mas, a atitude de MD será, muito em breve, o divisor de águas, na intrigante relação entre artista e organizações de eventos.
Lembremo-nos! O melhor contrato é aquele no qual ambas as partes se reveem e se sentem plenamente satisfeitas. Diferente disto, é injusto; é uma mentira!
Tenho dito!!!


Por: Alexandre Lucas Tchilumbu.-\FACEBOOK


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