Cabala na gestão dos mercados informais ofusca grupo empresarial de referência em Benguela

Intriga tem as impressões digitais de quem esteve na origem de desvios já assumidos pela Administração Municipal de Benguela

Em debate como nunca se tinha visto, por conta de uma comunicação social ajustada aos tempos de reforma, a gestão dos mercados do município de Benguela traz à tona uma velha cruzada contra o grupo ‘’Transmaia’’, protagonizada por agentes que viram fechado o saco azul.

 

Com provas dadas em matéria de arrecadação de receitas para a CUT, Conta Única do Tesouro, este grupo está a ser alvo de uma cabala montada por grupos responsáveis por desvios do dinheiro dos contribuintes, os feirantes.

 

Não sendo pára-quedista, tal como atesta a sua passagem pela Catumbela e pela província do Huambo, a ‘’Transmaia’’ foi eleita pelo executivo de Carlos Guardado, administrador municipal, no sentido de acabar com vícios que prejudicavam o Estado em largos milhões de Kwanzas.

 

Estranho, talvez nem tanto, sendo certo que a falta de vergonha tomou conta desta sociedade materialista, é que os agentes que encheram os bolsos graças a contribuições de gente humilde são os mesmos da linha da frente desta guerra alimentada pelo desespero de causa. 

 

Basta lembrar, aliás, que a área jurídica da Administração Municipal, veio a público, em declarações à Rádio Benguela, admitir, mais ou menos nestes termos, que existem muitos feirantes para uma receita tão baixa como a que chega aos cofres das autoridades municipais.



 

Lançados estes dados, caberá à Administração, com a sociedade atenta ao interesse comum, agir em nome dos benguelenses nesta altura em que o país se vê a braços com um aperto financeiro sem paralelo.

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