“Roubos no negócio do lixo que beneficiaram figuras do MPLA”

Oprimeiro secretário do MPLA, justificou o fim dos contratos, com a necessidade de potenciar as administrações municipais, que, no passado faziam este trabalho e, agora, foram munidas com meios, para a limpeza das suas circunscrições, com um orçamento de 500 milhões de Kwanzas (cerca de 2 milhões de dólares), contrastando com o anterior orçamento de 2,5 mil milhões de Kwanzas.

“Tivemos de pôr fim a muito negócio sujo. Se o lixo é sujo, muitos andavam a chafurdar nele para tirar lucro indevido e a roubar ao Estado. Acabámos com este negócio, porque estas pessoas não podem continuar a viver à custa do Estado, roubando a todos nós. Pagávamos milhões diariamente, muitos milhões, agora vamos mostrar que a administração pública é capaz’’, denunciou o governante.

O seu motivo foi o de alertar os militantes a terem comportamento diferente, na indicação de delegados ao próximo congresso de Setembro. É consabido estarem muitos em luto, com a perca de um filão ilícito, mas, disse, “não nos deixemos levar pela maledicência, não nos deixemos levar por esses pseudo-militantes que todos os dias nos querem criar problemas. Estão tristes, perderam o dinheiro, mesmo sabendo que se tratava de dinheiro indevido, por isso compram algumas pessoas para falar mal de nós nas redes sociais. Podem continuar a pagar, mas não vamos parar’’, assegurou, mostrando o peito aberto a todo fogo vindo dos seus adversários. Falcão disse aos militantes, ter conseguido, com 45 milhões de Kwanzas, adquirir quatro camiões, pás carregadoras de grande porte e outros equipamentos usados para os municípios de Benguela, Lobito, Catumbela e Baía Farta, qualquer um, sem aterro sanitário.


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