Irritada com sócio, Tchizé dos Santos põe a venda site PlatinaLine

A deputada Welwitschea dos Santos “Tchizé” revela-se irritada com a realização da primeira edição da gala de premiação “Globos de Ouro Angola”, um evento que rivaliza com um outro por si, realizado, o  “Angola 35 graus”, que anualmente reconhece individualidades que terão se dedicado em algum espaço social ou cultural.

Fonte: Club-k.net

Empresária retalia sócios que participaram no evento

Irritada, a também empresaria que em Junho de 2017 havia formalizado a sua entrada na estrutura acionista da PLATINA LINE – Comércio Geral e Prestação de Serviços, terá se sentido “traída”, por um dos seus sócios Sanchel Necisio Francisco Serapozo   ter participado na organização dos “Globos de Ouro Angola”, ao lado da produtora Karina Barbosa.

Logo após a realização do evento, Tchizé dos Santos recorreu as redes sócias para anunciar que “Estou a vender as minhas ações (49%) no Platina Line, o maior portal de celebridades de Angola) envolvido na realização dos Globos de Ouro de ontem), para consolidar outros investimentos. Quem souber de algum interessado, pode contactar o meu sócio Sarchel Nescécio em mensagem off ou procurando os escritórios do Platina Line.”.

A forma como fez o anuncio  desencadeou  diversas  interpretações nas redes sócias. Uns julgando que a sua irritação deve se pela realização do evento que se rivaliza com o seu, outros indo mais longe deduzindo  que assim reagiu por não  ter sido  premiada como a figura angolana com mais seguidores na rede facebook, ou mesmo como líder do seu T-Club.

Ao fazer o anuncio da sua retirada da parceria, Tchizé dos Santos, no entender de observadores, acaba por prejudicar os seus sócios, tendo em conta que ela é uma figura politicamente exposta   e desta forma expõe os outros acionistas que passam a estar no radar dos complainces  e associados  aos ‘partners’  da  família Dos Santos..

Deputada atropela lei e a ética

Por outro lado, ao anunciar que precisa “consolidar outros investimentos”, Welwitschea dos Santos, acaba por assumir o seu lado de empresária,  uma atividade que se incompatibiliza com as suas funções de deputada.

Há alguns anos a AJPD , escreveu à Assembleia nacional, alertando sobre a promiscuidade em que alguns deputados estavam envolvidos em negócios atropelando a lei a étnica.

A ONG cívica sugeria que, nos termos da (LC, art. 82.º, n.º 1, al. a), b), e c), os deputados em causa deveriam ser instados pela Assembleia Nacional a suspender as suas actividades ou optar por uma delas.


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