Instituições ilegais de ensino superior deixarão de funcionar em 2019 – ministra

 A ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Sambo, afirmou hoje (segunda-feira), na província de Benguela, que em 2019 as instituições privadas ilegais de formação superior não poderão funcionar.


ARQUIVO: MARIA SAMBO, MINISTRA DO ENSINO SUPERIOR CIÊNCIA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO


A dirigente, que falava no final de uma visita à Universidade Katyavala Bwila e suas unidades orgânicas, disse que há um trabalho que visa dar orientações possíveis quanto a necessidade de legalização dos cursos, uma vez que em 2019 as instituições privadas ilegais não poderão funcionar.

“Os números não são alarmantes, basta ver uma para nos preocupar. Não queremos instituições ilegais e se houver está a criar dificuldade às pessoas que frequentam essas instituições, para no fim ter uma certificação”, alertou.

A ministra defendeu a revisão do regime das instituições do ensino superior, a implantação das normas, a melhoraria dos currículos dos cursos – harmonizando a nível nacional conforme os diferentes domínio do saber -, a implementação do sistema de avaliação e sua acreditação, bem como a avaliação dos docentes.

Maria do Rosário Sambo sublinhou a necessidade de infra-estruturas de base condignas e apropriadas para as instituições do ensino superior.

“A maioria das instalações que nós visitamos é do tipo pré-fabricado, têm limitações em termos de durabilidade e já se notam problemas de conservação. É de facto importante que no plano de desenvolvimento da província fica incluído também o investimento para as instituições do ensino superior”, frisou.

Porém, admitiu que notou um forte empenho em termos de organização a vários níveis e fez uma avaliação positiva da situação do ensino superior em Benguela, quanto à qualidade do material para as aulas práticas como dos recursos humanos.

Durante a sua visita à província, a ministra deslocou-se à Faculdade de Medicina, ao Cefoprof (Curso de Engenheira Gestão Logística e dos Transporte), à Biblioteca Central, às faculdades de Direito e de Economia, bem como o ISCED de Benguela.

A ministra e a sua comitiva regressam terça-feira à capital do país.

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