Finanças reactiva 863 professores nas folhas de salários

Oitocentos e sessenta e três professores, dos mil e vinte e nove desactivados em Abril último do Sistema Integrado de Gestão Financeira do Estado (SIGFE), na província de Benguela, foram já reinseridos nas folhas de salários, depois de corrigidas as irregularidades.



O anúncio foi feito à jornalistas pelo director do Gabinete Provincial em Benguela da Educação, Evaristo Calopa Mário, acrescentando que a maioria dos professores abrangidos pela medida do Ministério das Finanças havia apresentado documentos incompletos no processo de recadastramento da função pública, em 2016.

O máximo responsável da Educação em Benguela sublinhou, por outro lado, o caso de 12 professores que viram os seus nomes retirados das folhas de salários da Educação por dupla efectividade no Estado.

De acordo com o director, o trabalho em conjunto entre a Educação e o Ministério das Finanças permitiu até ao momento resolver o problema de 863 docentes em toda a província de Benguela, restando apenas 166 casos por atender.

Para tal, pediu aos docentes abrangidos por tal medida sancionatória que apresentem “o mais depressa possível” a documentação exigida, sob pena de continuarem desactivados do sistema e, por conseguinte, privados dos seus ordenados.

“O sector da Educação tem vindo a trabalhar de forma intensa com o Ministério das Finanças e o trabalho continua para estes 166 professores”, explicou, lembrando que a suspensão remuneratória ocorreu por via do Sistema de Gestão Financeira do Estado, na sequência do recadastramento.

Evaristo Mário diz concordar com a decisão do Ministério das Finanças, de forma a expurgar do sector público todas as pessoas em situação irregular e garantir o reforço do fundo salarial do governo para abertura de novas vagas.

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