Autópsia aponta para envenenamento do representante do SINPROF em Benguela

Está concluída a autópsia ao corpo do secretário provincial do SINPROF em Benguela, que foi encontrado morto na sexta-feira, 6,  no seu apartamento com sinais de enforcamento, o que teria sustentado na altura a tese que apontava para um suicídio.

Entretanto, os exames de autópsia realizados este sábado, 07, por um médico legista  do hospital geral de Benguela dizem o contrário: há sinais de ter havido um homicídio por envenenamento.  De acordo com  documento que o Pérola das Acácias teve acesso, os resultados preliminares apontam para uma intoxicação por substância tóxica não identificado, seguido de estrangulamento.

Especialistas adiantaram ao  nosso Portal que apesar dos exames terem sido feitos num curto espaço de tempo oferecem garantias, ainda assim, deixam claro que para mais detalhes são necessários exames detalhados de toxicológicos, mas este a serem feitos só poderão  ser conhecidos dentro de um ou dois meses, já que segundo explicam, por norma, são feitos a diversos órgãos do corpo.

Polícia Nacional  continuam a trabalhar no quadro de suicídio, apesar de não fechar às portas para outras linhas de investigação que ganham mais sustento com a divulgação da autópsia e as declarações dos familiares do malogrados. Hoje em entrevista aos jornalistas, a neta com quem vivia o secretário do Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) na província angolana de Benguela, Armindo Cambelele,  diz ter recebido do avô um alerta a apontar para ameaças pela sua participação no processo da greve marcada para a próxima segunda-feira.
Tatiana da Silva sublinhou que o sindicalista, ‘’com medo e cansado destas coisas do SINPROF’’, ponderou abandonar a organização.


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