O delegado provincial do Ministério do Interior em Benguela, Comissário Elias Livulo, manifestou-se hoje, quarta-feira, consternado com a morte do director do Serviço de Investigação Criminal, Superintendente-chefe Joaquim António José, falecido na manhã de terça-feira, na república de Cuba, vítima de doença.

Numa nota de condolências distribuída à Angop, Elias Livulo, também comandante provincial da Polícia Nacional, destaca a figura do malogrado como um homem íntegro, que sempre esteve pronto para cumprir e servir as orientações em prol da nação e em nome dos efectivos, inclina-se perante a memória e enderença a família as mais sentidas condolências.  

Os restos mortais do malogrado serão transladados para Angola, para posterior sepultura em data e hora a divulgar.

Joaquim António José, de 54 anos de idade, nasceu em Benguela e durante a sua vida, exerceu várias funções a nível da delegação do ministério do Interior, como chefe municipal do serviço de investigação criminal na Baía-Farta, Lobito e 2º comandante municipal de Benguela, director provincial adjunto da DPIC durante cinco anos, tendo mais tarde transferido para a província do Cuanza-Norte onde exerceu as mesmas funções por três anos.

Em 2015 foi nomeado director provincial do Serviço de Investigação criminal (SIC) do Cuanza-Norte, e em 2016 transferido para a província de Benguela, onde exerceu as mesmas funções até a data da sua morte.

O malogrado deixa viúva e dez filhos.

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