João Lourenço  manda passar a pente fino participação do Estado na banca

O Estado participa directa e indirectamente em 12 bancos, 11 nacionais e 1 estrangeiro. Para avaliar os activos do Estado no sistema financeiro bancário foi criada uma equipa de trabalho coordenada pelo ministro das Finanças que tem como missão apresentar as metodologias para a reestruturação de todas acções.

O Presidente da República João Lourenço criou um grupo de trabalho que tem como objectivo proceder à avaliação de todas as participações detidas pelo Estado, empresas públicas ou do domínio público em instituições financeiras bancárias nacionais e estrangeiras, segundo o despacho Presidencial n.º310/17 de 28 de Dezembro.

De acordo com cálculos do Expansão a partir dos relatórios e contas dos 29 bancos comerciais que operam no País, o Estado é o maior accionistada banca nacional, participando de forma directa e indirecta em 11 bancos, sendo três participações directas e as outras oito indirectas, que, no conjunto, têm activos avaliados de 5,2 biliões Kz, representando 62% do total do sector.

O grupo Sonangol, entre as empresas públicas ou de domínio público, é o que possui maior número de participações nas instituições financeiras bancárias, tendo acções indirectas em quatro bancos comerciais que actuam no País, estando, por exemplo, no Banco Angolano de Investimentos (BAI) como maior accionista, com 8,5% de participação. A petrolífera é, igualmente, a maior accionista do Banco Económico com 39,4% das acções por via de três subsidiárias: a Sonangol EP (16%), Sonangol Vida (16%) e a Sonangol Holding (7,4%). A petrolífera nacional possui ainda 25% dos activos do Banco Caixa Geral Angola (BCGA) e 13% do Banco Fomento Angola (BFA)

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