Os serviços prestados pela clínica denominada “Internacional”, de consultas externas e de farmácia geridas por entidades privadas no interior do Hospital Geral de Benguela (HGB), terminam em Fevereiro próximo, visando repor a legalidade, segundo o director Provincial de Saúde, António Manuel Cabinda.



O responsável explicou que a Direcção Provincial de Benguela da Saúde iniciou, este mês, a trabalhar no sentido de terminar com a privatização de unidades de Saúde dentro do Hospital Geral de Benguela e de outras que eventualmente possam ser descobertas, a luz do processo de diagnóstico da situação do sector desencadeado desde Dezembro de 2017.

O director recordou que o projecto de privatização de unidades públicas no HGB foi favorável a uma empresa privada resultando na transformação de uma enfermaria em clínica e também na gestão do banco de consultas externas e de uma farmácia, pelo que tais práticas violam as normas do regulamento do Ministério de tutela.

António Manuel Cabinda disse que o sector vai adoptar políticas nessas unidades voltadas essencialmente para os utentes mais carenciados. Serão unidades rentabilizadas e com gestão interna, uma vez que os hospitais públicos devem prosseguir fins públicos, fortalecendo o sistema de saúde, assegurando, deste modo, melhor assistência médica à população.

O Hospital Geral de Benguela integra serviços médicos em pediatria, ortopedia, oftalmologia, cirúrgia geral, infecciologia, cirúrgia plástica, ginecologia, e obstetrícia, otorrinolaringologia, contando ainda com um centro cirúrgico, banco de urgência, laboratório de análises clínicas e de microbioligia,  banco de consultas externas,  de psicologia clínica,  imagiologia e hemoterapia.

Para si, garantir um atendimento humanizado e especializado aos utentes nas 23 unidades públicas da circunscrição, fundamentalmente das periféricas, consta dos maiores desafios do sector  a desenvolver em 2018.

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