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Centenas de trabalhadores das mesas de voto ainda não foram pagos

Centenas de trabalhadores das mesas de voto ainda não foram pagos

Autoridades dizem que pagamento está a ser feito de forma “faseada”

Mais de oitocentos membros das assembleias de voto nas eleições passadas no município do Lubango dizem que ainda não receberam o pagamento dos seus subsídios.

Os trabalhadores dizem que as razões evocadas pela Comissão Provincial Eleitoral, (CPE), para justificar os atrasos não são convincentes.

Um dos trabalhadores, Manuel Garcia disse que as autoridades afirmam que as “as falhas consistem no Banco de Poupança e Crédito, BPC,e este por sua vez diz que há um congestionamento de listas razão pela qual não estar a conseguir pagar a todos».

Outro dos afectados João Jamba disse que os trabalhadores não são responsáveis por problemas que se possam realizar no banco.

“Se o banco tem problemas eu não tenha nada a ver com isso. A CNE em si em que tinha que se encarregar a resolver os nossos problemas», afirmou.

A Comissão Provincial Eleitoral, (CPE) confirmou a demora em pagar os mais de 800 dos cerca de 12.000 membros das assembleias de voto que trabalharam na província da Huíla.

De acordo com o porta-voz da CPE, Longa Paquete, os pagamentos serão processados na íntegra e disse que a demora deveu-se ao facto da centralização do processo pela Comissão Nacional Eleitoral, que via banco assumiu o depósito directo dos subsídios nas respectivas contas de cada um dos agentes.

Os mais de 800 membros das assembleias de voto são do município do Lubango por sinal a maior praça eleitoral e Longa Paquete assegura o pagamento de forma faseada.

«O que a Comissão Municipal Eleitoral tem estado a fazer é realizar o processamento faseados”, disse

Entre os membros das assembleias de voto destacam-se os presidentes, secretários e escrutinadores.

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