Viagens de esposo de Isabel dos Santos a Moscovo eram pagas pela Sonangol

 O Jornal português expresso, deste fim de semana, revela que  até as viagens de Sindika Dokolo, a Moscovo eram pagas pela Sonangol, quando esta empresta petrolífera estava sob comando da sua esposa Isabel dos Santos.
Fonte: Club-k.net/Expresso
A matéria jornalística, relata “as irregularidades detectadas na gestão de Isabel dos Santos enquanto esteve na Sonangol então longe de ficar por aqui”, por isso mesmo a publicação explica que “num primeiro levantamento das contas da gestão dela apontam para o pagamento da estada do marido, Sindika Dokolo e dos filhos num hotel em Moscovo no valor de 27 mil libras”.
 “Viagens realizadas em janeiro surgem agora suportadas por despachos assinados apressadamente por Isabel dos Santos a 1 de Novembro, além de terem sido descobertos diversos bilhetes de avião a favor do marido e de Edson dos Santos , um dos seus braços-direitos na Sonangol, e respectiva mulher”, le-se na matéria jornalística assinada pelo correspondente do expresso em Luanda, Gustavo Costa.
Desvio de 38 milhões de dólares 
Para além de cobertura de despesas pessoais com fundos da petrolífera estatal, o expresso revela também outros pagamentos feitos por Isabel dos Santos as suas empresas.  De acordo com o Expresso, o luso-indiano Sarju Raikundalia que se ocupava das finanças da empresa, no dia da tomada de posse da nova administração liderada por Carlos Saturnino procedeu a transferência de 38 milhões de dólares para as contas de dias empresas da filha de Eduardo dos Santos – a Malter Business Solucions, DMCC e a Iron-Sea Consulting, DMCC – ambas com sede no Dubai.
A defesa de Isabel dos Santos
Fonte oficial da empresaria angolana respondeu por escrito a varias questões colocadas pelo Expresso. Nomeadamente , sobre as transparências para a Matter, despesas com hotéis e benefícios dos ex-administradores da Sonangol, o papel dos consultores e a disputa na Esperaza.
“A Matter é parte do consorcio das empresas de consultoria, contratadas pelo executivo angolano para efectuar o projecto de Restruturação Sonangol, tendo sido a empresa coordenada do projecto. As transferências dizem respeito ao pagamento normal de faturas das diversas empresas a petrolífera italiana tomo”.

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