Funcionários públicos recebem casas na centralidade do Lobito

As primeiras residências da centralidade do Lobito, província de Benguela, foram entregues terça-feira, em acto orientado pela ministra do Ordenamento do Território e Habitação, Ana Paula de Carvalho.

ANA PAULA DE CARVALHO – MINISTRA DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E HABITAÇÃO

Trata-se das primeiras 118 habitações das 650 já concluídas do tipo T3, entre vivendas e apartamentos, erguidas no âmbito do Programa Nacional do Urbanismo e Habitação.

Foram beneficiários nesta fase inicial servidores públicos de diferentes sectores de actividade, entre os quais a administração municipal local, educação, saúde, águas, bancos comerciais e comunicação social.

Durante a cerimónia de entrega, a administradora municipal adjunta do Lobito para a Área Económica e Social, Maria Calesso, foi a primeira a receber das mãos da ministra Ana Paula de Carvalho as chaves da sua nova residência naquela nova centralidade, na zona alta da cidade do Lobito.

Após proceder à entrega de habitações, a ministra do Ordenamento do Território e Habitação ressaltou a importância do Programa Nacional do Urbanismo e Habitação em ajudar a realização do sonho das famílias por meio da casa própria.

Ana Paula de Carvalho também garantiu que as casas entregues estão prontas para morar, pois já oferecem condições técnicas em termos de água e energia eléctrica, bem como a drenagem das águas residuais.

Explicou que, neste momento, decorre a entrega das moradias construídas um pouco por todo o país, uma vez que se encontram prontas para serem utilizadas pelos seus moradores.

A funcionária pública Neusa Cachimbombo manifestou a satisfação de todos os beneficiários pela aquisição do imóvel na Centralidade do Lobito, tendo ainda se mostrado impressionado com os detalhes da casa própria.

A urbanização do Lobito está projectada para uma área de cerca de 290 hectares. Depois de concluída, vai contar com três mil unidades habitacionais, entre as quais 856 vivendas unifamiliares de tipologia T3 e 2.144 apartamentos de dois e três pisos, para albergar uma população total estimada em 18.000 habitantes.

O projecto contempla ainda a construção de três jardins-de-infância, duas escolas primárias, uma escola secundária, áreas de lazer, incluindo todos os equipamentos necessários para o seu funcionamento.

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