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Casos de feitiço aumentam na função pública e empresas públicas e privadas em Benguela

Casos de feitiço aumentam na função pública e empresas públicas e privadas em Benguela

Longe de qualquer imaginação, o Fórum de Medicina Tradicional na província de Benguela não tem dúvidas sobre existência de feitiço. Os factos falam por si, sem avançar números, o responsável do Fórum na província, Abel Mosso avança que em Benguela o fenómeno provocou estragos em muitas famílias. A tala, mais conhecida por mina tradicional, foi a mais usada.

“Muitas senhoras ficaram viúva, cujos maridos morreram por causa da tala, filhos ficaram órfãos. É uma realidade que nos preocupa porque o país está a perder muitos quadros que poderiam e muito contribuir para a construção e reconstrução da Angola”, referiu o director do FOMETRA.

Nesses últimos dias, Adianta Abel Mosso, são frequentes os relatos de casos de tala na província de Benguela. Os alvos, refere o responsável da FOMETRA, são figuras bem posicionadas financeiramente ou com responsabilidade de chefia em diversas instituições publicas e privadas.

“ A tala é usada por invejosos. Nós nunca ouvimos pessoas pobre a ser vítima de tala, por regra, os alvos são pessoas bem posicionadas economicamente e alguns com funções de chefias na função pública ou em empresas do Estado e privadas”, apontou Abel Mosso.

Para travar o fenómeno, o Fórum de Medicina Tradicional reuniu, recentemente, mais de trezentos membros para trabalharem juntos das comunidades no sentido de inverter os casos de feitiçaria que aumentar em 2017.


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