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Falta de energia inviabiliza produção da Alassola em Benguela

A falta de energia eléctrica da rede pública e de algodão constituem os principais constrangimentos da fábrica têxtil “Alassola”, na província de Benguela, desde o arranque da unidade de produção em Novembro de 2016.

Para produzir a empresa faz recurso ao combustível para abastecer os diferentes geradores, uma acção que representa 30 porcento do custo total de produção.

Com uma capacidade instalada para produzir 12 milhões de toalhas de rosto, um milhão e 700 lençois, igual número de cobertores e toalhas e empregar mil e 200 trabalhadores, a Alassola funciona 15 porcento abaixo das reais capacidades e  necessita de 14 megawatts para impulsionar os níveis de produção.

A fábrica possui três linhas de produção (fiação, tecelagem e produção de tecidos) e necessita de 11 mil toneladas de algodão no primeiro trimestre de 2018 para iniciar a actividade de produção, disse à imprensa o presidente do Conselho de Administração, Tambwe Mukaz.

Para assinalar o primeiro aniversário de entrada em  funcionamento da fábrica (quinta-feira, 30),  a empresa  exportou pela segunda vez para Portugal 100 toneladas de fios de algodão, prevendo arrcadar cerca de 370 mil dólares norte-americanos.  A primeira exportação feita também para este país esteve a volta de 150 toneladas de fios de algodão.

Com 172  trabalhadores, a Alassole importa o algodão da Grécia e India.

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