Os lobos vestidos à cordeiros na imprensa angolana

Entretanto, há também uma corrente de garimpeiros que aterraram na imprensa com todos os seus instrumentos contundentes, “verdadeiros assassinos do microfone e da caneta”. Usam e abusam da profissão para a defesa dos seus interesses económicos e financeiros, reportam, noticiam e publicam os factos das entidades ou instituições que não colidem com os seus gostos ferozes. Pois, para eles é o único modo “ lícito de subsistência”.
Mas quando os factos noticiosos não lesam os seus negócios noticiam/publicam e com ares de “profissionais de referência da classe”, usam todas as técnicas, e mais, para darem o seu “espetáculo espetacular”.
Estes artistas de jornalismo em regra têm capacidades ardilosas de hipocrisia e máscaras de serem independentes e imparciais, e sobretudo anti-regime. Todavia, prestam nos corredores dos poderes grandes e pequenos, ongs e partidos políticos … “serviços de interesse público”. Não só, são beneficiários de favores estranhos, como também fabricam empresas de faz de contas para assessoria do nada, negócios sujos e obscuros em troca de dinheiro ou outro pedaço qualquer.
Quando instituições ou entidades de que os garimpeiros são defensores no ocultismo falham ou dão factos noticiosos ruins fingem barbaramente que nada está acontecer. Disfarçam-se e tornam-se palhaços não noticiam nem publicam as habituais “crónicas do dinheiro”. Pois, sabem que qualquer pronunciamento colidirá com o seu negócio. Ademais, lutam para que ninguém da classe o faça.
Porém, quando os factos ruins de instituições, governantes, políticos ou outras não colidem com o “garimpismo “, a abordagem jornalística é de bombardeamento, e até transfiguram-se, tornam público tudo que for nódoa. Portanto, riem-se aos copos e conversas…
É inequívoco que os garimpeiros na imprensa não têm idades nem rostos, não há velha nem nova geração, o objectivo primacial é lapidar, lapidar de todos os terrenos. O método mais usual para serem contratados, é fazerem “guerra jornalística” com as suas vítimas. Há entre nós, muitos nomes e exemplos. Feito o negócio jamais ousará tocar naquele assunto ou pessoa desfavoravelmente, se o fizer é sempre de falsidade.
Os garimpeiros estão em quase toda comunicação social e moram em todos órgãos, públicos ou privados. Estes iludem inocentes para suas causas de faz-conta e que cegamente, acompanham-nos com aplausos e cervejas!
O “garimpismo” é um negócio escuro e sujo, diferente de qualquer outro na comunicação social. Têm alimentado muitos “jornalistas” e órgãos em nome do interesse do kwanza. Vivam os garimpeiros!
Estalou-se na comunicação social em Angola, “salva-se quem poder”, “os vivos” usam jornalismo como trampolim, é a “ maldita guerra do ópio”.

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