Os jornalistas “contratados” na conquista do D´Agosto

Esta edição foi, em nosso entender, atípica, fundamentalmente, no aspecto comunicacional. Atípica porque assistimos ao surgimento de um “gang violento” constituído por Jornalistas e Analistas desportivos anti Petro de Luanda. Uns por serem adeptos do principal adversário do Petro e outros, eventualmente, por contrato previamente celebrado.
Para levar avante o seu programa, os ideólogos do referido plano identificaram, em primeira instância, os espaços mediáticos nos diferentes órgãos de comunicação social.
Terceiro Tempo (Rádio 5), que vai ao ar todas as Segundas-feira, comandado por Vaz Quinguri (jornalista) que conta com um grupo de analistas liderados, a esse respeito, por Paulo Tomás; Domingo Desportivo (TPA) que tem à testa, Luís Caetano, e, conta, para a estratégia, com as habituais presenças de Raimundo Fernandes e o inimigo de estimação de Beto Bianchi, Comandante Prata; Prolongamento (TV Zimbo) apresentado por, Jandira Panzo, cuja estratégia de hostilização da equipa do catetão depende de Dinho Soares e Carlos Pacavira; Jornal de Angola em que o “gang violento anti Petro” é representado pelo jornalista, Honorato Silva e a emissora Católica de Angola, Eclésia, que mesmo não tendo jornalista contratado como noutros casos conta com analistas do mesmo “gang violento” como prolongamento dos anseios.
No entretanto, a existência desses jornalistas/analistas obedece a um programa de acção elaborado pelos dinossauros do Petro de Luanda, na globalidade e que passamos, de seguida, a detalhar:
Em primeiro lugar, os contratados optaram por hostilizar o nome da equipa e, por isso, passaram a publicar notícias e opiniões tendentes a isso cujo objectivo é formar uma opinião pública desfavorável ao club do eixo viário.
Fizeram-no não apenas com a equipa de futebol, aliás, para esse desiderato recorreram, prioritariamente, ao Basquetebol e Andebol, modalidades em que a formação de Tomás Farias enfrentou mais problemas, no sentido financeiro com a perda dos seus melhores jogadores para o actor principal do “filme silencioso”, o Primeiro de Agosto.
Em segundo lugar aqueles contratados tudo fizeram para desacreditar, diante da opinião pública nacional e internacional, o treinador da equipa de futebol, no caso, o professor Beto Bianchi, daí que passou a ser normal nos programas predilectos pelos mesmos para a ofensiva ouvir termos pejorativos contra ele.
Todavia, estes comportamentos não ocorreram por acaso porquanto o “gang” anti Petro tinha e ainda tem o plano bem delineado e em permanente acção. Tinha e tem como objectivos os seguintes:
Tornar o nome da equipa do Petro de Luanda como um dos mais banais do mercado futebolístico e não só e em grau de inferior, se comparado com o Primeiro de Agosto. Como exemplo dessa estratégia cito o analista, Luizinho, que na segunda-feira seguinte da conquista disse: – “o Primeiro de Agosto fez e continua a fazer tudo para ser o dominador do futebol nacional”, rematou! – esta opinião faz outras tantas e quem ouve, certamente, apreende que aquela equipa, a militar é a melhor. Faz parte da estratégia do “gang” e por isso aquele contratado não falou isso por acaso.
Em segundo lugar a banalização do nome Petro de Luanda, junto da opinião pública, traduzir-se-ia na automática banalização do mesmo junto dos árbitros e das outras equipas no sentido de que o único alvo a abater e com facilidades, no Girabola, por exemplo, é a equipa do catetão.
Por isso vimos os jogos do Petro, todos, numa autêntica final e passaram a olhar para o Petro como uma equipa qualquer comparada com um Progresso da Lunda, Santa Rita, ou mesmo o mais novo inquilino do Girabola, edição 2018, Casa Militar, do Kuando Kubango.
– quanto a este último, permitam afirmar, nesta senda, que o Primeiro de Agosto tem mais três pontos para além dos que tinha antes, vindos do Desportivo da Huila, em que paga salários ao técnico e envia o número de jogadores que quiser o que, na prática, não permite a que seja derrotado por questões de comprometimento daquela equipa – Mas voltemos aos estrategas anti Petro!
Em terceiro lugar a sua actividade seria essencial e depois das primeiras duas fases, pressionar em demasia e de forma insuportável a equipa principal, direcção do clube, de forma geral, os adeptos, bem como o treinador Beto Beanchi,
Estes objectivos foram competentemente compridos e atingidos, pois, os do Petro, todos – adeptos, jogadores, treinadores e direcção ficaram exaustos, pressionados e preocupados com a ofensiva dos jornalistas e analistas contratados e não com o trabalho técnico-tático, de facto.
Nestes termos, não s
Vasco Teca Gama
Nestes termos, não se poderia vencer, pois, conscientes de que o Petro era a melhor equipa, para o Girabola 2017, este plano foi elaborado e hoje, OS JORNALISTAS “CONTRATADOS” NA CONQUISTA DO D´ AGOSTO fizeram a sua parte, afastaram o seu principal concorrente e, por isso, o Primeiro de Agosto é o campeão do Girabola, edição 2017, graças, igualmente, ao brilhante trabalho de Paulo Tomás, Vaz Quinguri, Dinho Soares, Carlos Pacavira, Luís Caetano e comparsas.
No próximo artigo vamos reflectir sobre o que o Petro não fez para contrariar a onerosa ofensiva comunicacional do seu arquirrival, Primeiro de Agosto, via alguns órgãos de comunicação social do País.
Vasco Teca Gama
Nestes termos, não se poderia vencer, pois, conscientes de que o Petro era a melhor equipa, para o Girabola 2017, este plano foi elaborado e hoje, OS JORNALISTAS “CONTRATADOS” NA CONQUISTA DO D´ AGOSTO fizeram a sua parte, afastaram o seu principal concorrente e, por isso, o Primeiro de Agosto é o campeão do Girabola, edição 2017, graças, igualmente, ao brilhante trabalho de Paulo Tomás, Vaz Quinguri, Dinho Soares, Carlos Pacavira, Luís Caetano e comparsas.
No próximo artigo vamos reflectir sobre o que o Petro não fez para contrariar a onerosa ofensiva comunicacional do seu arquirrival, Primeiro de Agosto, via alguns órgãos de comunicação social do País.

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