Governo promete medidas duras para ocupação “ilegal” de terras no Lobito

O responsável falava à imprensa após uma reunião com o administrador municipal do Lobito, Nelson da Conceição, onde foi tratada a situação da invasão do referido terreno, afirmando que com essa atitude os prevaricadores adiaram o projecto “ambicioso” da Secil/Lobito que, visa proporcionar mais emprego e melhor qualidade de vida para as pessoas que residem nas áreas adjacentes à fábrica.

“Quem se instalou-se naquela área de forma ilegal, a Polícia Nacional convida a abandonar o espaço voluntariamente, de modo a não o fazermos coercivamente”, apelou.

Por sua vez, o director do Gabinete Jurídico da Administração Municipal do Lobito, Alberto Ventura, advertiu que os incumpridores serão responsabilizados civil e criminalmente, uma vez que a área serve para extração de gesso e calcário para o fabrico de cimento.

“No caso específico do Lobito tem localizada uma área se pode extrair o calcário, e neste contexto o governo da província de Benguela entendeu concessionar essa zona à cimenteira Secil para fazer a exploração do referido calcário”, frisou.

Alberto Ventura, sem avançar a dimensão do terreno que está a ser invadido pela população, sublinhou que a área foi devidamente entregue à Secil, mas nos últimos tempos populares, possivelmente incitados por alguém, têm estado a ocupar desordenamente o local.

A administração preocupada com a situação alertou à população a abster-se desta prática que, compromete não só os interesses da cimenteira, mas também dos particulares que vão necessitar do cimento para construir as suas obras.

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