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Adalberto da Costa Júnior sobre a sucessão na UNITA: “Tenho condições para concorrer”

O líder parlamentar da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, é visto como um dos nomes mais fortes para suceder a Isaías Samakuva na presidência do “Galo Negro”, hipótese que não descarta.

O líder parlamentar da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, é visto como um dos nomes mais fortes para suceder a Isaías Samakuva na presidência do “Galo Negro”, hipótese que não descarta.

Adalberto da Costa Júnior está disponível para disputar a presidência do maior partido da oposição? A resposta do líder parlamentar da UNITA deixa tudo em aberto.

“Como o Adalberto há muita gente”, apontava o deputado numa recente presença no estúdio da SIC Notícias, depois do anúncio, pela Comissão Nacional Eleitoral, dos resultados definitivos das eleições gerais angolanas de 23 de Agosto.

Apesar de não admitir abertamente qualquer pretensão de suceder a Isaías Samakuva, o líder parlamentar da UNITA não afastou a possibilidade.

“Eu tenho condições para concorrer”, limitou-se a declarar, contenção que se apressou a enquadrar.

O “tabu” da sucessão foi quebrado recentemente pelo filho do fundador da UNITA, Rafael Missanga Savimbi. O secretário-geral adjunto do maior partido da oposição avançou ao Novo Jornal a disponibilidade para assumir a presidência do partido.

“O Presidente Samakuva tem ainda três anos de mandato, portanto espero que cumpra o seu mandato e logo se verá”, avançou Adalberto da Costa Júnior, numa altura em que o líder do “Galo Negro” ainda não tinha reafirmado a decisão de deixar a liderança, algo que entretanto aconteceu.

Ainda assim, no topo da direcção do “Galo Negro” evita-se falar em possíveis sucessores de Samakuva, que passou os últimos 15 anos a comandar os “Maninhos”.

O “tabu” da sucessão foi contudo quebrado recentemente pelo filho do fundador da UNITA, Rafael Missanga Savimbi. O secretário-geral adjunto do maior partido da oposição avançou ao Novo Jornal a disponibilidade para assumir a presidência do partido.

Outros nomes poderão contudo surgir na corrida, como são os casos de Abílio Camalata Numa, Pedro Kachiungo e Liberty Chiyaka.

Com 51 lugares na presente legislatura da Assembleia Nacional, o maior partido político da oposição reforçou a posição parlamentar, que, na sequência das eleições de 2012 correspondia a 32 assentos. (NJ)

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