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UNITA reclama “roubo” de mais de 20 mil votos em Benguela

A Comissão Provincial Eleitoral é acusada pela UNITA de não ter contabilizado mais de 20 mil votos a favor do partido Galo Negro. A Suposta fraude teria sido descoberta mediante a confrontação das atas sínteses e ambos detêm. A serem contabilizado a UNITA elegerá dois deputados contra três do MPLA.

A UNITA em Benguela começa a desmontar a fraude eleitoral. Hoje, 01, em conferência de imprensa apresentou provas que sustentam a acusação. Olhando para os números definitivos divulgados pela comissão provincial que dão vitória ao MPLA com 388.319,00 votos o que equivale a 61 por cento traduzido na eleição de quatro deputados, contra 174.530,00 da UNITA traduzido que equivalem a um deputado, secretário provincial do maior partido na oposição, Alberto Ngalanela garantiu que os números da CPE não correspondem a verdade. Com base nas actas sínteses contabilizadas pela UNITA há registo de menos 20 mil votos. Contas feitas a UNITA teria dois deputados (correspondente a 194.013,00 votos).

“Na sua contagem paralela a UNITA obteve 194.013,00 votos, isto não incluindo os votos reclamados aprovados a favor do partido, o que dá uma diferença de mais de 20.401,00 votos a menos em relação ao número proclamado pela Comissão Provincial eleitoral”, referiu Alberto Ngalanela.

A descoberta da UNITA convertida em reclamação já entregue a comissão provincial eleitoral, a ser admitida deve causar alterações profundas na distribuição deputados. A calculadora da UNITA aponta para eleição de mais um deputado para o círculo provincial e mais três no nacional.

“Efeito prático é que UNITA teria dois deputados, o que quer dizer o MPLA ficaria com três mandatos e por via disso no círculo nacional, a UNITA ganha essa reclamação acrescentaria mais quatro deputados, o que vai mexer com o gráfico nacional”, disse o político.

Relativamente ao escrutínio provincial, Nganela diz que para além de ter sido conduzido a margem da lei, serviu para submeter os mandatários da oposição a um tratamento desumano.

“O processo foi tão penoso que decorreu de forma ininterrupta e também foi desumano, já que o organismo humano tem necessidade fisiológicas, mas o processo de apuramento nem permitia que as pessoas fossem satisfazer as suas necessidades biológicas durante vinte e quatro horas. Então foi uma tortura psicológica sem precedentes”, denunciou o político do Galo Negro.

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