Parlamento francês adota lei que proíbe políticos de contratarem familiares

A partir de agora, deputados, ministros e autarcas locais arriscam uma pena de três anos de prisão e 45 mil euros de multa se contratarem familiares como colaboradores.

A chamada “lei da moralização da vida política” foi defendida por Emmanuel Macron durante a campanha, agora atacado pela opinião pública francesa por querer abrir uma exceção para a mulher.

Macron quer criar o cargo oficial de primeira-dama para que Brigitte Macron passe a ter um título, um gabinete e um salário, algo que não parece agradar aos franceses, pois em duas semanas, uma petição contra a ideia do presidente reuniu 200 mil assinaturas.

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