Mafia na rádio 5 e TPA: Jornalistas e analistas ou uma «gang» violenta contra o Petro ?


Em fim, todos falam sobre o Petro, fruto, (in) felizmente do tédio, ciúme, orgulho, da inveja, raiva e ganância de alguns jornalistas da nossa praça. – Daqui há pedaços já vos falo destes jornalistas, nominalmente, organizados em «gang» anti-Petro – por enquanto é mesmo sobre a opinião pública que quero continuar a falar.

Forma-se, hoje por hoje, uma opinião pública a qual o Petro estará a tirar vantagens na contratação de Beto Beanchi por parte da Federação Angolana de Futebol para liderar os Palancas Negras. Leva-se, por isso, o entendimento público, infelizmente, por força da mídea a que utilizam, que o bom futebol, os bons resultados, na perspectiva competitiva, jogo jogado, que têm sido apresentados pela equipa do eixo-viário é resultado do que chamam por “promiscuidade”.

Levantam-se campanhas, ora contra o Petro ora contra Bento Beanchi, tendo como fim último atrapalhar e ofuscar um trabalho que os dirigentes, equipa técnica e os atletas têm estado a levar a cabo pacientemente.
Para tal, – e, agora vou falar sobre os jornalistas da «gang» – foram seleccionados (é a única explicação que posso dar, a olhar pela qualidade e oportunidade das críticas subtis feitas contra a equipa e simultaneamente a favor dos principais adversários no campeonato), criteriosamente alguns programas, jornalistas e analistas para a árdua tarefa que passa, necessariamente, pelo massacre do Petro de Luanda.
Vamos ao detalha:
Na Rádio 5, 94.5 e 94.2, para Luanda e cercanias, a «Gang» tem como espaço predileto o “Terceiro Tempo” que vai ao ar todas as Segundas-feira, das 08h30 às 0930, – raramente honrado este tempo conquanto chegam até às 10h00 – conduzido pelo ilustre jornalistas, cópia de Manuel Rabelais, Vaz Quingúri (espero ter acertado a nomenclatura do jovem), regente da «gang» violenta anti-Petro, que comporta dois eternos inimigos e animais de estimação do Petro, Arlindo Leitão (um velho analista e antigo praticante de futebol que já foi adjunto da Selecção Nacional, era Djalma Cavalcanti), Paulo Tomás, igualmente, antigo praticante e dos mais ferozes analistas contra os Petrolíferos, eventualmente, fruto da sua passagem, como responsável desportivo, em equipas que pouco ou quase nada poderiam e/ou podem dizer ao futebol diante dos tricolores.

A rádio cinco, canal especializado ao desporto, da Rádio Nacional de Angola, conta, ainda, com um outro jornalista que coadjuva o regente da «gang», nesta ofensiva sangrenta contra o Petro.

Referimo-nos de Isaac dos Santos, um jovem com afeições ao Primeiro de Agosto (por isso quase que choura de emoção quando relata jogos deste e a sua equipa marca um golo, violando tudo que se estuda sobre a famigerada imparcialidade jornalística).
Na TPA 1, outro meio público com quota elevadíssima na ofensiva sangrenta da «gang» violenta contra o Petro, encontramos um espaço, hoje quase que especializado e exclusivo ao “xinguilamento” contra a mesma equipa. Conta, para a ofensiva, com um jornalista, igualmente, declarado, nas entre linhas, anti-Petro, Luís Caetano, lamentavelmente, ocupando cargo de Direcção na redação desportiva, no caso, ladeado por um analista, bem selecionado para o efeito, Raimundo Fernandes, cujo “perfume” que espalha, aqui e acolá, dissemina tal ódio incalculável contra à equipa que temos vindo a nos expuser.

A demais, e para completar a “turma, a semelhança da Rádio cinco, Luís Caetano foi buscar um velho ferido, Comandante Luís Prata, antigo dirigente da FAF, derrotado nas últimas eleições da FAF, pelo Artur de Almeida e, por isso, é, actualmente, o inimigo de estimação do elenco de Artur de Almeida e Silva e, por esta via, do Petro de Luanda que com patriotismo cedeu o seu técnico à Selecção Nacional, na sequência da crise na obtenção das divisas.

É com a estratégia da «gang» que posso acreditar a justificação de manter naquele espaço o Comandante Prata, que tendo perdido às eleições nunca será isento nas suas avaliações quando da FAF se discutir. Diríamos, nós se estivéssemos na escola: – essa interpretação é básica – mas Luís Caetano pensa diferente em função das manobras da «gang».
Esta «gang» suportada, firmemente, pelos dois principais órgãos de comunicação social públicos, lança cobras e lagartos contra o Petro e que intensificou as heresias com a dupla função do seu técnico.
Porém, a justificação que encontram para tais heresias não colhe porquanto os mesmos não se fizeram ouvir, nos termos em que o fazem hoje, aquando da passagem de Mário Calado ao Primeiro de Agosto e simultaneamente à Selecção Nacional. Não fizeram ouvir quando Zeca Amaral se tornou no Selecionador Adj
Vasco Teca Gama
em momento em que era Treinador do Benfica de Luanda. Não vociferaram quando António Clemente treinou o Petro de Luanda e a Seleção Nacional. Não gritaram quando Oliveira Gonçalves acumulou às funções de Treinador do Inter-Club e da Seleção, em 2001.
Em fim, há casos suficientes que nos podem ajudar no entendimento de que a «gang» violenta contra os tricolores, compondo Jornalistas e Analistas, tem outras motivações, pois não é a primeira vez que um treinador acumula aquelas funções. Aliás, não é só em Angola que isso ocorre. Basta pegar um «starlet» para chegar ao vizinho Congo Democrático que teremos a mesma situação e nem por isso o desempenho tem sido mau.
Temos que, agora, pensar nas mais diversas posições e questionar se estamos diante de “Jornalistas e Analistas ou «gang» violenta contra o Petro” que, como disse o kota Mariano de Almeida, na sua página do facebook, “estes jornalistas e analistas estão metidos numa máfia que quer destituir Bento Beanchi e o Petro fruto da rejeição do emblema liderado por Tomás Farias em fazer parte da mesma máfia”.
Que “mbuandja”!

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