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Crise no Jornal de Angola: Azulay farta-se e desanca sobre José Ribeiro

Azulay, sem condições para dirigir a delegação de Benguela, conforme apurou o PA, diz que Ribeiro tem um historial de perseguições aos funcionários mais antigos. ‘Você odeia para destrui-los até ao ostracismo e conduzi-los à morte, como se verificou em alguns casos que estão registados e eu terei o prazer mórbido de recordar-lhe’, escreve Azulay, também jurista, acrescentando que ‘eu não tenho medo de si’.

O jornalista Jaime Azulay, delegado provincial de Benguela das Edições Novembro, empresa detentora do Jornal de Angola, Jornal dos Desportos, Semanário Económico e Jornal de Cultura e Artes, diz que está a ser ‘ofendido’ pelo seu presidente do Conselho de Administração, José Ribeiro, a quem endereçou uma carta, publicada no facebook, na qual fala em gestão ruinosa personificada no destinatário.
Azulay, sem condições para dirigir a delegação de Benguela, conforme apurou o PA, diz que Ribeiro tem um historial de perseguições aos funcionários mais antigos. ‘Você odeia para destrui-los até ao ostracismo e conduzi-los à morte, como se verificou em alguns casos que estão registados e eu terei o prazer mórbido de recordar-lhe’, escreve Azulay, também jurista, acrescentando que ‘eu não tenho medo de si’.

Jaime acrescenta que o PCA ofende como se tivesse prazer em destruir as pessoas que trabalham na empresa. O Pérolas vai continuar a acompanhar as incidências deste braço-de-ferro entre dois ‘gigantes’ do jornalismo angolano.

Por ora, fica a carta escrita por Azulay

Jaime V. Azulay A carta pessoal que esvrevi ao Ribeiro:
Estimado PCA.
Agradeço a honra que me proporcionou em partilhar a “nossa conversa” com o restante Conselho de Administração das Edições Novembro-E.P, cujos membros conheço individualmente como pessoas de Bem e verdadeiros líderes empresariais.
Espero que desta vez em Benguela fique finalmente a nú a gestão ruinosa que tem as rédeas da nossa empresa, personificada
pelo senhor PCA José Ribeiro.
O senhor tem um historial de perseguições aos funcionários mais antigos que voceme odeia para destruí-los até ao ostracismo e conduzi-los à morte, como se verificou em alguns casos que estão registados e eu terei o prazer mórbido de recordar-lhe, a seu tempo.
Saiba desde já que eu não tenho medo de si. Sou profissional e homem honrado que o Senhor ofende sem qualquer consideração.
Embora o senhor tenha inviabilizado a minha prestação na empresa, mesmo já tendo a carta escrita não me demito, porque tenho razão e não se esqueça, senhor, a roda está a girar e quem lhe protege ao limite, também sabe que o senhor extravasa para situações insustentáveis.
O senhor ofende como se sentisse prazer em destruir as pessoas que trabalham na empresa, ofende-as naquilo que elas de mais sagrado têm.
O senhor dedicou o seu discurso quando esteve no Kuito Bié a ofender-me destratar-me perante pessoas estranhas. Provavelmente você não conheça os valores sustentam as pessoas de Bem.
Eu, Jaime Victorino Azulay
não tenho medo de si, José Ribeiro!
Atenciosamente.
Jaime

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