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Angola: Arroz de “plástico” aprovado

O arroz de marca Cordão Azul possui qualidade desejada para o consumo humano, ao contrário de informações que dão o produto como prejudicial para a saúde, declarou ontem, em Luanda, o inspector-geral do Ministério do Comércio.

Heleno Antunes, que divulgou a informação em conferência de imprensa, no Ministério do Comércio, afirmou que o arroz de origem tailandesa foi submetido a três análises laboratoriais, nomeadamente da instituição que representa, da Agricultura e no exterior do país. “Neste momento entraram no país 570 contentores de 20 pés do produto e apreendemos 12.500 sacos que vão ser devolvidos ao importador”, revelou.
O inspector adiantou que o arroz possui certificado de qualidade que garante fiabilidade para o consumo humano, sem apresentar qualquer anomalia na produção, ao contrário da alegação de consumidores que disseram ser feito de plástico.
Heleno Antunes apelou a população a ter mais atenção ao prazo de caducidade e condições em que são comercializadas os produtos. “É importante que os cidadãos, quando denunciarem uma irregularidade, informem com detalhes o local e a empresa para melhor aferir a situação”, pediu.
Em relação à denúncia relativa ao queijo Loreto, de Portugal, que alegadamente não derrete quando exposto a altas temperaturas, o inspector esclareceu que as análises atestam o contrário. “É preciso dizer que se trata de um produto com baixo teor de gordura, por ser queijo de mesa e não de cozinha e facilmente derrete quando é usado para a confecção de outros pratos”, explicou.

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