Força do movimento feminista ou promoção do lesbianismo em Angola?

A luta pelo reconhecimento, respeito e dignificação dos direitos da mulher, na globalidade, é, nos dias que correm, um mar em que todos têm de navegar. Tal ocorre quer se esteja diante de uma mulher daqui do nosso polo como do ocidente.
Como se pode perceber, e com alguma facilidade, a observância desse ditame carrega ou isso mesmo ou a inobservância, fruto, eventualmente, da própria natureza humana. É nessa inobservância acidental que ela – a mulher – entende, em muitos casos, evidenciar-se na fortificação do respeito daquele espaço de actuação.

POR: VASCA DA GAMA

 

No entrementes, regista a história, o surgimento de variadíssimos grupos de mulheres e para mulheres com destaque, para esse nosso espaço, aqueles que defendem a homossexualidade feminina.
É o caso do Feminismo Lésbico que pelo que consta “é um movimento cultural e perspectiva crítica, que se destacou na década de 1970 e início da década de 1980, principalmente na América do Norte e na Europa Ocidental. O mesmo tende a incentivar as mulheres a dirigir suas energias para outras mulheres, ou seja, para mulheres iguais em vez dos homens e muitas vezes defendendo o lesbianismo como o resultado lógico do feminismo
Como em qualquer circunstância o feminismo lésbico contou com o empenho de mulheres notáveis e que se notabilizaram por via disso. São os casos da Charloth Bunch, Rita Mae Brown, Drienne Rich, Audre Lorde, Mary Daly e outras numa altura em que o feminismo e o movimento de libertação Gay deram um bum”.(1)
Elas começaram a sua luta – aquilo a que hoje se denomina por “activismo feminista” – e depois assumiram o lesbianismo que, aliás, esteve na origem da verdadeira aparição das actores e defensoras daquela orientação sexual.
Evoluído o grupo, evoluiu, (no sentido de elevação numérica) de igual forma o número das mulheres com preferências sexuais a outras mulheres. Dito de outro modo, aumentou o que alguns chamam de “homossexualidade feminina”.
Uns culparam a formalização daqueles grupos, para ver filhas a se abdicarem da natividade, outros apoiavam no sentido de que a determinada orientação sexual era inata e, por isso, não era prudente que a culpa fosse das defensoras do lesbianismo.
Dito isto, pode dizer-se que o movimento feminista que se vai despoletando um pouco pelo País – Angola, no caso – pode seguir àquele que nos mesmos termos e circunstâncias arrasou parte das Américas e Europas. Não cabendo, aqui, avaliar o mérito ou demérito da mesma. Porém, pode-se, apenas, ler um cenário futurista em que à semelhança dos Países citados aguarda-nos, acertadamente.
Mais mulheres envolvidas nisso e que depois acabarão por se despir ou por hereditariedade ou aquisição armonal, com agravante de tal ocorrer numa altura de popularidade desta e por conseguinte a sua condição de modelo na sociedade. Aliás, o activismo passa, a partir daí ser a circunstância atrativa para as demais.
Neste nosso caso, que para alguns é novo, já são visíveis os sinais de algumas activistas que, nesta qualidade, quando recebem elogios de rapazes no sentido de manifestação alguma atração por elas reagem negativamente chegando, nalguns momentos e segundo relatos de pessoas que com elas lidam, pois defendem que elas também podem fazer o que os homens fazem.
Este sentimento, no sentido atração humana por mulheres ou homens desvenda o véu de se estar diante de umas simples defensoras da afirmação feminina. Deste ponto de vista, as promotoras do lesbianismo, disfarçadas em activistas feministas contestam tudo e todos que seja de homens.
E, infelizmente, a semelhança dos homossexuais e sua promoção, recentemente abordados por nós e pelo que se disse na altura, colocam em causa a continuidade da espécie humana por causa das suas exclusivas vontades.
É o mesmo que fabricar uma bomba atómica atirar a Ásia e acabar com os asiáticos, por exemplo. A sociedade nisso não pode aceitar que vontade de alguns prejudique a da maioria que já os aceita a si mesmos e ainda entendem que são poucos e devem retirar mais alguns não homossexuais, femininos ou masculinos.
Neste prisma, ao Estado rege a que acompanhe o surgimento dos respectivos grupos, encobertos ou não no activismo feminista, pois, a promoção do lesbianismo enquanto extensão da homossexualidade coloca, decisivamente, em causa o bem supremo, a vida no caso.

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