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Empresas Públicas dos Transportes realizam balanço em Benguela

Empresas Públicas dos Transportes realizam balanço em Benguela

 O balanço dos últimos dez anos das empresas públicas de transportes da província de Benguela tem hoje início, no âmbito do cronograma de actividades do Ministério dos Transportes, informou, em Luanda, o titular da pasta, Augusto da Silva Tomás.

Em declarações à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o governante esclareceu que os trabalhos, que têm a duração de dois dias, enquadram-se nos seminários de balanço das empresas do ramo e “visam analisar ganhos, perdas, vantagens, desvantagem, e tudo o que foi de facto a evolução das empresas do ponto de vista de gestão empresarial nas suas diferentes matrizes”.

Adiantou que, a semelhança do que aconteceu na semana finda em Cabinda, a actividade vai estender-se às províncias de Luanda, Namibe, Huíla e Zaire nos domínios financeiro, técnico, operacional, recursos humanos, organização, gestão e sobre todos investimentos realizados às empresas do ramo no período de 2007 a 2017.

Paralelamente ao encontro, Augusto Tomás vai participar de um seminário sob o lema “Balanço, Comunicação e Diálogo”, onde se vai falar da comunicação positiva nos relacionamentos e na importância do diálogo dentro das empresas.

Para o ministro, é necessário que haja um diálogo permanente entre os gestores das empresas e os trabalhadores, para que a produtividade e a gestão do serviço melhore de forma substancial.

Ainda em Benguela, vai fazer a entrega de autocarros às empresas de transportes colectivos urbanos, intermunicipais e intercomunais, além de visitar o  terminal da Unicargas e o Aeroporto Internacional da Catumbela.

O ministro dos Transportes tem ainda programadas deslocações às obras do ramal ferroviário que liga o Porto do Lobito ao Terminal Mineiro do Lobito e às obras do complexo residencial para os trabalhadores do referido Porto.

Na última sexta-feira, 30, Augusto da Silva Tomás anunciou, em Cabinda, que está em curso um estudo para reduzir as tarifas aéreas, encargos portuários e frete marítimo, a fim de garantir maior mobilidade de pessoas e bens.

Pretende com esta medida mitigar os problemas do isolamento da descontinuidade geográfica da região e reforçar a integração de Cabinda no resto do país, bem como reduzir a sua dependência de outros países vizinhos.

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