Promoção da Homossexualidade em Angola: Criminalização Pode Ser a Saída – VASCO DA GAMA

A sessão de beijos recentemente levada a cabo pelo músico Cuenayonda e apresentador, Ady Lima, ambos de orientação sexual desviada (te), durante uma festa, em Luanda, e que beneficiou de larga publicidade, pelos mesmos, nas redes sociais, tem estado a levantar, como era de esperar, vozes de pessoas (em que nos incluímos) que defendem a necessidade de proibição ou criminalização de tal comportamento em nome do bem comum.

Não é, hodiernamente, problema maior ver e/ou ser-se homossexual, um pouco em todo o Mundo, atendendo ao facto do espaço público e mediático que, infelizmente, aquela comunidade beneficia. O mesmo não pode ser dito quando aqueles recorrem à Tv, Rádio e Redes Sociais, única e exclusivamente, para promover a sua orientação sexual.

A demais, tal ocorre numa clara estratégia de divulgação dos seus actos na perspectiva de angariar, comover, incentivar mais aderentes. (é isso que chamamos por publicitação da homossexualidade e que deve ser, em nossa defesa, alvo de actuação do ponto de vista da política criminal do Estado), por ser esse o modo de viver adoptado pelos homossexuais, pelo menos, aqueles que vemos na nossa realidade.
De que servirá ao Cuenayonda e Ady Lima, beijar em plena luz do dia, com direito a gravações e depois publicar o acto nas redes sociais e passar nalguns programas de TV? O que ganham, na prática? Qual é o alcance que pretendem?
De facto, são perguntas que demoram encontrar respostas porquanto só os realizadores de tais actos estariam em condições de as responder. Porém, é fácil presumir, com largo espaço da verdade das intenções, que atendendo ao que se assiste, nos últimos tempos, na TPA e ZAP, há a clara intenção de se tornar a homossexualidade numa orientação normal, aceitável, recomendável e, acima de tudo, rentável em termos sociais.
Só isso pode explicar que todos os dias no canal dois da estação pública e, ultimamente, na ZAP, tenham neste ou naquele programa um jovem daquela orientação sexual, ou a apresentar ou a ser apresentado!
Não é normal, verdade seja dita, que todos os dias tenham de passar nos mesmos canais músicos cuja orientação sexual nos referimos acima. Entenda-se, aliás, que não podem ser aparições acidentais. Está-se, irreversivelmente e pela óbvias razões, diante de um programa concebido antes da entrega e/ou recepção do canal dois e da ZAP.
Todo este cenário que volta à ribalta com a encenação de Ady Lima ressuscita um tema polêmico, que é o de criminalização dos actos que promovam à homossexualidade em asta pública.
Neste sentido pensam muitos angolanos, uns calados outros manifestando tal intenção como é o caso do tradicionalista e jornalista Makuta Nkondo.
O, também, biólogo defendeu, recentemente, em entrevista à Rádio Despertar, Programa In, que a promoção da homossexualidade nos termos em que está a ser feita em Angola deveria ser tipificada como crime, devendo, para tal, responsabilizar criminalmente os seus promotores, pois, acrescenta, o País é de matriz cristã e não pode aceitar que a existência e a continuidade do ser humano sejam postos em causa por um pequeno grupo de pessoas que se aproveita de um canal de todos nós para influenciar, negativamente, a sociedade, concluiu Makuta Ncondo…
É este o entendimento que deve ser generalizado. Ou seja, se os homens e mulheres normais nada fazem para mostrar que são homens ou mulheres, por isso devem publicitar o seu género a fim de congregar mais aderentes, porque razão eles (os homossexuais) têm de viver promovendo-se? Com a agravante de tal estar a ser praticada numa sociedade maioritariamente cristã.
Olhados esses pormenores nada mais restará do que criminalização visando, por um lado punir os seus actores e por outro lado prevenindo a sociedades de actos futuros do género

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