Novo governador de Benguela assume compromisso de unir os habitantes da província

Unir os habitantes de Benguela em torno dos projectos de governação e conhecer melhor a realidade da região, estão entre as linhas prioritárias de actuação do novo governador da província, Rui Luís Falcão Pinto de Andrade.

Empossado no cargo nesta sexta-feira, em acto orientado pelo Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos,  o governador afirmou à imprensa que vai tomar contacto com o relatório da província para poder implementar medidas que levem ao desenvolvimento socioeconómico de Benguela. “A meta é trabalhar para alcançar os objectivos traçados no programa do governo”, salientou Rui Falcão.

Por sua parte, o novo governador do Namibe, Carlos da Rocha Cruz, também empossado na mesma cerimónia, disse que está preparado para o trabalho e vai continuar a priorizar as linhas palmadas no programa do Executivo de 2013/2017.

No concernente às prioridades da sua nova governação, Carlos da Rocha Cruz referiu que existem projectos que estão em curso e brevemente serão inaugurados projectos ligados à água, energia, pescas e agricultura.

Já o novo embaixador de Angola na República Democrática do Congo (RDC), José João Manuel, também empossado hoje nesta função, defendeu  continuar a trabalhar para o aprofundamento das relações de amizade e, sobretudo, de boa vizinhança entre os dois países que partilham uma longa fronteira terrestre e fluvial.

“Temos que procurar com a RDC as melhores vias de entendimento e diálogo para que possamos dirimir todas as situações anómalas que acontecem ao longo da fronteira entre os dois países”, destacou. Justificou o facto da  RDC partilhar fronteira com Angola, sublinhando que “tudo que acontece neste  país vizinho tem reflexos no nosso país”.

Por este facto, argumentou que a sua missão será continuar a aprofundar as relações de amizade, com vista a procurar as melhores vias de diálogo e entendimento. Também  o outro embaixador de Angola na República do Ghana.

Augusto da Silva Cunha, considerou a nova função um grande desafio, visto ser uma missão diplomática, e manifestou-se disponível em colocar os seus conhecimentos para que a cooperação entre os dois países possam estar ao mais alto nível.

Augusto da Silva Cunha foi durante muitos anos comandante da Marinha de Guerra Angolana (MGA).

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