Imogestin muda regras de acesso às casas das centralidades

O processo de venda das habitações do Estado em Luanda, com início previsto para a última semana deste mês, não contempla a modalidade de arrendamento, diferente da informação disponibilizada em Março último, no site da Imogestin, no qual se lia que “nas vendas futuras dos projectos habitacionais uma quota de 20% seria destinada a arrendamento, permitindo o acesso às habitações a pessoas com rendimentos que não permitam a sua compra, particularmente para as camadas mais jovens”.

Segundo Mário Guerra, que falava em conferência de imprensa, realizada esta semana, para apresentação do portal de candidaturas, o arrendamento não é uma possibilidade na capital, apenas existirá nas restantes províncias do país.

“Não haverá arrendamentos em Luanda, só vendas. Nas restantes províncias teremos o arrendamento devido ao baixo poder de compra dos cidadãos”, explicou Mário Guerra, que se socorreu do exemplo da centralidade do Dundo, na província da Lunda-Norte, para justificar o porquê da necessidade dos arrendamentos fora de Luanda.

“Mesmo com preços considerados baixos, os cidadãos na Lunda-Norte não têm capacidade de compra, e acreditamos que o mesmo se vai passar nas outras províncias, por isso o arrendamento é uma boa saída”, calculou.

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